Hacia un Modelo Holístico de la Telepráctica Fonoaudiológica Pediátrica

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Paula Lorena Merlino
Mónica Cardona-V
Patricia Vázquez Fernández

Resumo

Resumo


 


Introdução: Os programas de intervenção precoce na pandemia foram obrigados a usar a teleprática para facilitar um acesso mais equitativo e inclusivo à saúde. Objetivo: Conhecer em profundidade a experiência de uma mãe nas terapias fonoaudiológicas ministradas por meio de teleprática, a fim de enriquecer os modelos de intervenção profissional com a perspectiva parental. Métodos: Foi empregado um desenho de estudo de caso qualitativo a partir da abordagem da Teoria Fundamentada. A análise procurou ativamente identificar dimensões novas e transcendentes para uma compreensão profunda da experiência dos pais. Resultados: A teleprática confirmou sua eficácia, mas revelou três dimensões críticas emergentes: 1) Ressignificação do Papel Parental, 2) Ajustes e Impacto Ecológico no Lar, e 3) Dimensão Sociocomunitária. Conclusão: A teleprática pode ser um catalisador para a mudança de paradigma na Atenção Precoce. No entanto, requer que os profissionais formalizem essas dimensões emergentes para alcançar uma prática mais equitativa, eficaz e abrangente focada nas necessidades específicas de cada criança e sua família.


 


Palavras-chave: intervenção precoce, telessaúde, fonoaudiologia, qualitativa, teoria fundamentada, relatos de casos.

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Artigos