Telessaúde com Base na Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos – subsídios para universalidade da saúde

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Neyla Arroyo Lara Mourão
Eliane Maria Fleury Seidl

Resumo

Objetivo: analisar práticas desenvolvidas em telessaúde, com base na Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos, segundo a percepção de profissionais do Núcleo de Telessaúde da Universidade de Pernambuco, componente do Programa Telessaúde Brasil Redes do Ministério da Saúde. Métodos: trata-se de um estudo descritivo e exploratório, com delineamento transversal. A pesquisa se desenvolveu por meio de um questionário respondido por 16 profissionais oriundos de teleconsultoria e 14 de tele-educação. A análise de dados incluiu técnicas de estatística descritiva para os dados quantitativos e análise de conteúdo para os qualitativos. Resultados: foram apontados aspectos facilitadores e dificultadores que influenciaram as ações e uma discrepância relacionada à interação entre os profissionais, sendo considerada, às vezes, como vantagem e, às vezes, como desvantagem. Os princípios da declaração atendidos foram: igualdade, justiça e equidade, não-discriminação não-estigmatização, respeito pela vulnerabilidade humana e pela integridade individual, compartilhamento de benefícios. Os demais necessitam de ações para serem integralmente atendidos e, assim, garantir o respeito à dignidade humana e aos direitos humanos. Conclusão: novas pesquisas são necessárias para conhecer o andamento dos demais núcleos, trazendo subsídios à gestão do programa para continuar o empreendimento de ações que garantam a universalização da saúde.

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Seção
Artigos
Biografia do Autor

Neyla Arroyo Lara Mourão, Universidade da Amazônia

Fonoaudióloga; Mestrado em educação e doutorado em Bioética; Professora da UNAMA.

Eliane Maria Fleury Seidl, Universidade de Brasília

Docente do Instituto de Psicologia e da Cátedra Unesco de Bioética da Universidade de Brasília.