https://cetes.medicina.ufmg.br/revista/index.php/rlat/issue/feedLatin American Journal of Telehealth2026-07-08T09:44:57-04:00Administradorrevistatelessaudela@medicina.ufmg.brOpen Journal Systems<p align="justify">A Revista Latino-Americana de Telessaúde é uma publicação quadrimestral da Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil e tem como apoio editorial o Centro Nacional de Excelência Tecnológica do México. Foi criada em 2009 e tem como missão divulgar resultados de investigação científica e experiências exitosas em telessaúde, telemedicina, inteligência artificial aplicada à saúde, educação a distância e saúde digital. É uma publicação eletrônica de acesso aberto, que recebe artigos em Português, Espanhol e Inglês. Não há taxa para publicar um artigo na revista. <br>A partir de 2023 adotou a modalidade "<a href="http://cetes.medicina.ufmg.br/revista/index.php/rlat/issue/view/40">Ahead of Print</a>" permitindo que as pesquisas sejam publicadas com agilidade e, consequentemente, rápido reconhecimento do autor. Os manuscritos submetidos a Revista Latinoamericana de Telessaúde devem atender aos requisitos da <a href="http://cetes.medicina.ufmg.br/revista/index.php/rlat/about/submissions">Política Editorial</a> e das <a href="http://cetes.medicina.ufmg.br/revista/index.php/rlat/about/submissions">Normas de Publicação</a> descritas nas instruções para os autores. <br> Para fins de citação bibliográfica a abreviatura do seu título é: <strong>Latin Am J telehealth</strong>. <br> O ISSN eletrônico da revista é 2175-2990. <br> É filiada à Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC) e está disponível nos seguintes diretórios:</p> <p><a href="https://www.abecbrasil.org.br/novo/" target="_blank" rel="noopener"><img src="/revista/public/site/images/admin/Marca-ABEC-Simples-300x138.jpg" width="141" height="64"></a> <a href="https://www.periodicosdeminas.ufmg.br/periodicos/revista-latinoamericana-de-telessaude/" target="_blank" rel="noopener"><img src="/revista/public/site/images/admin/logo-per-minas-justa.png" width="208" height="64"></a> <a href="https://scholar.google.com.br/citations?user=xuLeaVUAAAAJ&hl=pt-PT" target="_blank" rel="noopener"><img src="/revista/public/site/images/admin/Google_Scholar_logo_2015.png" width="154" height="59"></a> <a href="https://diadorim.ibict.br/handle/1/3361" target="_blank" rel="noopener"><img src="/revista/public/site/images/editor/diadorim-logo.png" width="193" height="75"></a></p> <p><a href="https://www-periodicos-capes-gov-br.ez27.periodicos.capes.gov.br/index.php?" target="_blank" rel="noopener"><img src="/revista/public/site/images/admin/periodicos-logo.png" width="216" height="55"></a> <a href="https://portal.issn.org/resource/ISSN/2175-2990" target="_blank" rel="noopener"><img src="/revista/public/site/images/admin/road-issn.png" width="185" height="57"></a> <a href="https://latindex.org/latindex/ficha/23831" target="_blank" rel="noopener"><img src="/revista/public/site/images/admin/logo_latindex.png" width="174" height="64"> </a><a href="https://www.crossref.org/" target="_blank" rel="noopener"><img src="/revista/public/site/images/admin/crossref.png" width="91" height="59"></a></p>https://cetes.medicina.ufmg.br/revista/index.php/rlat/article/view/496Tecnologias Digitais: Ferramentas Para Aumento Da Cobertura Vacinal2026-06-18T15:05:24-04:00Valeria Madureira de Oliveira Melovaleriamomelo@gmail.comMaria do Carmo Barros de Melomcbmelo@ufmg.brGabriela de Oliveira Melogabriela.melo1104@gmail.comCarolina de Oliveira Melocarolinamomelo@gmail.com<p><strong>Introdução</strong>: Apesar da eficácia das vacinas, barreiras socioeconômicas e a desinformação desafiam a cobertura vacinal. Ferramentas digitais surgem como estratégias para fortalecer a gestão e o engajamento, mas sua integração prática contra a hesitação vacinal ainda carece de evidências. <strong>Métodos</strong>: Trata-se de um estudo de revisão integrativa. Foram incluídos artigos de revisão sistemática publicados até janeiro 2025, em português, inglês ou espanhol, que abordassem: uso da telemedicina como promoção à vacinação. A busca foi feita nas bases de dados “Pubmed”, “Lilacs”, selecionadas por pares via fluxo PRISMA. <strong>Resultado</strong>: Em quatro revisões selecionadas, mensagens de texto (SMS) e ligações automatizadas foram os recursos mais utilizados e eficazes, destacando-se pelo baixo custo e rapidez. Outras ferramentas incluíram vídeos interativos e prontuários eletrônicos. Barreiras como a "fadiga de mensagens" e limitações de infraestrutura foram os principais obstáculos identificados. <strong>Discussão</strong>: As tecnologias digitais são ferramentas úteis para aumentar a CV e apresentam custos relativamente baixos. A tecnologia é eficaz quando adaptada ao contexto local. Estratégias simples funcionam bem para custo-benefício, mas a exclusão digital e a falta de interoperabilidade de dados podem limitar o alcance das inovações e aprofundar iniquidades. <strong>Conclusão</strong>: Tecnologias digitais são promissoras para recuperar coberturas vacinais quando integradas a políticas de inclusão digital, servindo como suporte complementar às ações presenciais de educação e busca ativa.</p>2026-06-18T14:56:38-04:00##submission.copyrightStatement##https://cetes.medicina.ufmg.br/revista/index.php/rlat/article/view/504Sistema de acompanhamento obstétrico e-gestante implementado no hospital central de maputo (HCM), moçambique2026-06-18T15:18:40-04:00Hidelgio Novelohidelgionovela@gmail.comLucas Lavo Miguel, Professorlucasmiguel@ujc.ac.mz<p>O acompanhamento obstétrico adequado constitui um factor essencial para a promoção da saúde da mulher durante a gestação. Em Moçambique, a qualidade do acompanhamento obstétrico é comprometida pela predominância de processos manuais, comunicação deficiente entre profissionais, a ausência de sistemas digitais integrados, sobrecarga administrativa e falhas no cuidado. Perante este contexto, este estudo teve como objectivo desenvolver um sistema digital de acompanhamento obstétrico no contexto do Hospital Central de Maputo (HCM). A metodologia do estudo é de natureza aplicada, estruturada em quatro etapas principais: levantamento de requisitos, desenvolvimento ágil do sistema, simulação no contexto do HCM e análise estatística dos dados empíricos. O sistema integra funcionalidades como registo clínico digital, agendamento automatizado de consultas, alertas de risco e um módulo confidencial para denúncias. Os resultados demonstraram aceitação do sistema, com 75% dos participantes a considerarem-no importante para a melhoria dos cuidados. Identificou- se ainda que 72,2% das gestantes reportaram acompanhamento limitado durante o parto, confirmando a urgência de soluções tecnológicas que promovam a transparência. Conclui-se que o sistema e-Gestante apresenta-se como uma solução tecnológica viável e promissora para fortalecer a qualidade do cuidado obstétrico, reduzir riscos clínicos e promover um atendimento mais eficiente e respeitoso à saúde da mulher.</p>2026-06-18T00:00:00-04:00##submission.copyrightStatement##https://cetes.medicina.ufmg.br/revista/index.php/rlat/article/view/508Telessaúde no Espírito Santo: Uma experiência de inovação tecnológica e integração na saúde pública capixaba2026-06-18T15:05:45-04:00Mariana Rampinellimariana.rampinelli@ifes.edu.brRodrigo Varejão Andreãorvandreao@gmail.comMarcelo Queiroz Schimidtmarcelos@ifes.edu.brJordano Ribeiro Celestrinijordanorc@gmail.comGabriel Tozatto Zagogtzago@gmail.comAna Carolina Simões Ramosanaramos@inovacapixaba.es.gov.br<p><strong>Introdução:</strong> O programa Telessaúde Espírito Santo tornou-se um projeto de extensão resultante de um convênio entre o Ministério da Saúde (MS) e o Instituto Federal do Espírito Santo (IFES), tendo como parceiros locais a Secretaria de Estado da Saúde (SESA), a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e as Secretarias Municipais de Saúde. O primeiro convênio entre MS e o IFES foi celebrado em 2011, <strong>Objetivo:</strong> com objetivo de melhorar a qualidade dos serviços prestados em atenção primária, diminuindo o custo de saúde através da qualificação profissional, redução da quantidade de deslocamentos desnecessários de pacientes e por meio do aumento de atividades de prevenção de doenças. <strong>Conclusão:</strong> Os resultados foram expressivos e demonstram o impacto do projeto no Estado do Espírito Santo em termos da produção do conhecimento científico, do desenvolvimento e da transferência de tecnologia, e da capacitação e do apoio aos profissionais de saúde por meio da oferta de serviços de tele-educação, teleconsultoria e telecardiologia.</p>2026-06-18T14:58:43-04:00##submission.copyrightStatement##https://cetes.medicina.ufmg.br/revista/index.php/rlat/article/view/529Modelo de cenário clínico para avaliação de competências em telemedicina baseado em Atividades Profissionais Confiáveis (EPAs)2026-06-18T15:05:54-04:00María Isabel Rosales Cadenamarisa.rosales.med@iztacala.unam.mxEsther Mahuina Campos Castoloinfobiomedix@facmed.unam.mxVerónica Daniela Durán Pérezvduran@facmed.unam.mxJorge Martínez Lópezjml@facmed.unam.mxSamantha Flores Paezflores_samantha@facmed.unam.mxAlejandro Alayola Sansoresale.alayola@unam.mx<p data-start="133" data-end="263"><strong data-start="133" data-end="146">Objetivo:</strong> Desenvolver um modelo integral para o desenho, a implementação e a avaliação de cenários clínicos de telemedicina.</p> <p data-start="265" data-end="716"><strong data-start="265" data-end="277">Métodos:</strong> Foi realizada uma revisão da literatura para identificar os componentes-chave dos marcos de competências em telessaúde (AAMC, OPAS) e dos modelos de construção de casos clínicos (ABP, SNAPPS, Harvard), com o objetivo de desenvolver um modelo educacional estruturado. Além disso, foram analisados 22 cenários de simulação desenvolvidos em um contexto universitário, a fim de identificar lacunas entre a prática atual e o modelo proposto.</p> <p data-start="718" data-end="1212"><strong data-start="718" data-end="733">Resultados:</strong> A revisão da literatura evidenciou a necessidade de um modelo padronizado que integre o desenho pedagógico, o conteúdo clínico, a logística de implementação e a avaliação baseada na confiabilidade. O modelo proposto é estruturado em 15 componentes-chave. A análise dos cenários revelou inconsistências em sua integração, com rubricas de avaliação específicas presentes em 59% dos casos e uma sub-representação da EPA de acompanhamento (14%), validando a necessidade do modelo.</p> <p data-start="1214" data-end="1623"><strong data-start="1214" data-end="1229">Conclusões:</strong> A implementação de um modelo padronizado, fundamentado em evidências educacionais, favorecerá a qualidade e a consistência na avaliação de competências em telemedicina. O modelo proposto oferece um referencial fundamentado e adaptável, passível de utilização por instituições educacionais para o desenvolvimento de cenários de aprendizagem relevantes para a formação de profissionais da saúde.</p>2026-06-18T14:59:21-04:00##submission.copyrightStatement##https://cetes.medicina.ufmg.br/revista/index.php/rlat/article/view/530Potencialidades e Desafios da IA no Manejo da Via Aérea em Pediatria: Uma Revisão Integrativa2026-06-18T15:06:01-04:00Maria Laura Rezende Lima de Oliveiramarialaurarloliveira@gmail.comMaria do Carmo Barros de Melomcbmelo@gmail.comBeatriz Lobo Nunes Verçosabialnvercosa@gmail.comAdriana Teixeira Rodriguesadrianatr92@gmail.comMarina Sales De Lucca Rodriguesmarinarod1@hotmail.comJuliana de Oliveira Otáviomcbmelo@gmail.comPriscila Menezes Ferri Liupmferri.liu@gmail.comRomina Aparecida dos Santos Gomesrominapediatra@gmail.com<p><strong>Objetivo:</strong> Sintetizar o conhecimento atual sobre a aplicação de Inteligência Artificial (IA) no manejo de vias aéreas pediátricas em estado grave.</p> <p> </p> <p><strong>Métodos:</strong> Revisão integrativa (PRISMA 2020) de artigos originais e de revisão (2015 a 28 de abril de 2025), em português, inglês ou espanhol, focada em pacientes pediátricos (um mês a 18 anos). Busca na PUBMED (abril a julho de 2025) para responder: "As ferramentas de IA auxiliam na abordagem das vias aéreas em crianças criticamente enfermas?".</p> <p> </p> <p><strong>Resultados:</strong> 14 artigos foram selecionados: cinco Coorte/observacional, uma série de casos, sete de revisão (incluindo uma sistemática) e uma de acurácia diagnóstica. Os estudos abordaram a IA nas fases pré, intra e pós-manejo.</p> <p> </p> <p><strong>Conclusões:</strong> A IA representa uma mudança paradigmática no manejo da via aérea difícil em pediatria, migrando para uma assistência preditiva e individualizada. As evidências sugerem ampla aplicabilidade em todas as fases, tornando crucial o desenvolvimento e disseminação de ferramentas para prevenir manejo inadequado e otimizar o prognóstico. A IA pode ser um suporte indispensável à decisão clínica, aprimorando a segurança e eficácia do julgamento humano. Mais estudos robustos devem ser realizados de forma a contribuir para a literatura sobre o tema.</p>2026-06-18T15:00:49-04:00##submission.copyrightStatement##https://cetes.medicina.ufmg.br/revista/index.php/rlat/article/view/535Telessaúde como apoio à atenção primária à saúde em regiões remotas no brasil: revisão integrativa da literatura2026-07-08T09:44:57-04:00Geovana Batista de Camposgeovana.batista@discente.ufg.brShirley Karolina da Silva Ferreirashirley.karolina@posgrad.ufsc.br<p><strong>Objetivo</strong><span style="font-weight: 400;">: Analisar o uso da telessaúde na APS em regiões remotas do Brasil, destacando seus benefícios, desafios e contribuições para a saúde nessas áreas. </span><strong>Métodos: </strong><span style="font-weight: 400;">Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida com base nas diretrizes do PRISMA. A busca foi realizada nas bases PubMed, BVS, Portal de Periódicos CAPES e Google Scholar, com filtros de idioma (português, inglês e espanhol), acesso aberto e período de publicação entre 2015 e 2025. Os estudos foram selecionados no </span><em><span style="font-weight: 400;">software</span></em><span style="font-weight: 400;"> Rayyan®, por meio da leitura de títulos, resumos e textos completos, seguindo critérios de inclusão voltados ao uso da telessaúde na APS em regiões remotas do Brasil. </span><strong>Resultados</strong><span style="font-weight: 400;">: Foram encontrados 743 estudos, dos quais 8 atenderam aos critérios de elegibilidade e compuseram a amostra final. Os artigos incluídos abordam diferentes estratégias de telessaúde aplicadas à APS em regiões remotas do Brasil, com destaque para ações voltadas a populações vulneráveis. Os estudos evidenciam benefícios como ampliação do acesso, viabilidade técnica, satisfação dos usuários e fortalecimento das redes de cuidado, embora persistam desafios relacionados à infraestrutura, conectividade e capacitação profissional. </span><strong>Conclusões</strong><span style="font-weight: 400;">: A telessaúde é uma ferramenta estratégica para ampliar o acesso e qualificar o cuidado na Atenção Primária em regiões remotas do Brasil. Teoricamente, contribui para a compreensão das potencialidades e limitações da saúde digital no contexto da equidade em saúde. Na prática, destaca a importância de investimentos em infraestrutura, formação profissional e políticas públicas integradas para fortalecer o SUS e reduzir desigualdades territoriais no cuidado em saúde. </span></p>2026-06-18T15:01:33-04:00##submission.copyrightStatement##